Japamala

Trata-se de um objeto muito antigo usado para marcar o ritmo e o número das repetições de mantras. Através da repetição (japa), o mantra diminui a atividade dos pensamentos que normalmente são desordenados e agitados e direciona o foco mental para a meditação.

Conhecido por quase todos os devotos espirituais de religiões orientais, aqui no Ocidente, é popularmente chamado de rosário para orações. Na tradição hindu, recebe a denominação de japamala que significa em sânscrito japa= repetição e mala= cordão.

O número das contas podem ser 27, 54 ou 108 . No Hinduísmo ele tem sempre uma conta extra a mais – chamada o Meru, ou a conta GURU, que simboliza a Fonte Espiritual ou o Mestre, para que se saiba quando o ciclo está terminado. Há algumas variações, em alguns Malas, além das 108 contas existem outras quatro, um pouco menores, nas posições 7 e 21, para facilitar em certas orações e mantras que devem ser recitados este número de vezes.

Dar a mente uma palavra para focar, faz da meditação japa muito mais acessível e independente da tradição, o uso do mala é para criar um sentimento de tranqüilidade, não somente para o praticante como também para todo o universo.

Com a recitação de um mantra expulsamos as toxinas deixando espaço para um sentimento de paz interior que tornará o praticante mais próximo para alcançar o Samadhi (controle completo das funções da consciência, que resulta em vários graus de aquisição interna da verdade).

Hari Om Tat Sat
Bom final de semana!

Ao analisar o que você é, tenha o firme desejo de eliminar suas fraquezas transformar-se no que deveria ser. Não se permita desanimar com imperfeições que são comumente reveladas através de uma auto-análise sincera.
{ Paramahansa Yogananda }

Quebrando a rotina

Que um bom jantar a luz de velas é divino, a gente sabe, mas você já experimentou um relaxante banho à luz de velas?

O banho pode ser sozinho ou a dois, mas para que seja completo separe um sabonete especial, pegue algum esfoliante, óleos, sais (se tiver banheira), as velinhas (claro!) e play on uma trilha sonora de que goste. Escolha flores e ervas que estimulem o bem-estar para decorar e equilibrar. Faça do banho um delicioso ritual com uma massagem de entrada, aí com o corpo já mais solto, relaxe na água morna. Finalize (já seco) com um hidratante e umas gotinhas de perfume.

Um banho aromático pode ser extremamente terapêutico, pode ajudar na circulação, fadiga e insônia. Válido para tornar nossa aura leve, abastecer as energias e nos conectar com a nossa essência.

E isso não é uma coisa da modernidade... Entre os antigos egípcios é onde encontramos os mais antigos relatos sobre o hábito de se tomar banho. Segundo documentos de mais de 3000 anos, o ato de tomar banho era sagrado e parecia ser uma forma de purificar o espírito do indivíduo.

No decorrer da antiguidade, os romanos, visivelmente influenciados pela cultura grega, ampliaram a recorrência do hábito realizando a construção das famosas termas. Uma terma consistia em um edifício repleto de vários salões que contavam com vestiários, saunas e diversas piscinas. Ligeiramente semelhantes aos resorts do mundo contemporâneo.

Bom, agora se quiser “apimentar” e comemorar hoje o dia do beijo a dois, bem... aí vou deixá-los à sos...

o Yoga & a Lua

Nos dias de lua cheia, seguindo a tradição Indiana, as práticas de asanas não são praticadas, mas você sabe o por quê?
As fases lunares são determinadas pela posição da Lua em relação ao Sol e a Terra. Para quem observa os ciclos lunares na vida, fica claro que eles influenciam a vida em nosso planeta e também o nosso comportamento, geralmente ficamos mais ativos, excitados e obstinados com a chegada da Lua cheia. Entende-se que seria o momento de ápice da energia vital (Prana) que se concentra neste momento na cabeça, comparativamente com o ciclo respiratório seria o final da inspiração.

Na Lua nova a tendência é oposta, estaríamos mais aterrados com a energia voltada para baixo, criando um estado mais calmo e avesso a atividades físicas.

O fundamento desta prática, além de se tratar de uma tradição em algumas correntes de Yoga na Índia, vem de que nosso corpo tem aproximadamente 70% água e, portanto, estaria exposto e influenciado pelos ciclos lunares, como as marés ou as colheitas.

Como vivemos na loucura da cidade, afastados dos ciclos naturais, onde muitas vezes mal vemos a Lua, ou sabemos em que período está no momento, acabamos por não notar as influencias desta e perdemos a chance de entender porque estamos neste ou aquele estado mental.

A prática do Yoga busca nos colocar em um estilo de vida mais harmônico com os ciclos naturais da vida, busca nos tornar mais sensíveis e conscientes de nossos estados mentais, e para isso a resguarda dos dias de lua pode ser uma ferramenta para ficarmos mais atentos a nossa consciência.

Aproveite os picos da Lua Cheia e Nova para descansar e mantenha-se atento ao seu estado mental e emocional, isso pode ensinar muito sobre nós mesmos.

Calendário 2011

Abril
18 lua cheia

Maio
3 lua nova
17 lua cheia

Julho
1 lua nova
15 lua cheia
30 lua nova

Agosto
13 lua cheia
29 lua nova

Setembro
12 lua cheia
27 lua nova

Outubro
12 lua cheia
26 lua nova

Novembro
11 lua cheia
25 lua nova

Dezembro
10 lua cheia
24 lua nova

{ Fonte: Nirvana }

A cup of Tea

Hummm... um friozinho chegando e o aumento do consumo de chás é certo!
Conta a lenda que a árvore do chá foi descoberta, no ano 2737 a.C., por acaso, quando o imperador chinês Shên Nung, mais conhecido como o “Curandeiro divino”, dava um passeio pelas suas propriedades.

O imperador pediu a determinada altura que os seus servidores lhe fervessem um pouco de água enquanto descansava à sombra de uma árvore. Foi precisamente dessa árvore que uma folha se soltou e caiu dentro da taça de água fervida. Sem reparar, o Imperador bebeu, sendo dessa forma que nasceu a primeira chávena de chá. Terá sido este imperador que criou a medicina natural ou ervanária, testando ele próprio uma enorme variedades de bebidas medicinais à base do chá.

É bem provável que essa história nem seja verdadeira, mas dá um ar romântico à origem de uma bebida conhecida mundialmente. Esta lenda é divulgada como a primeira referência à infusão das folhas de chá verde, provenientes da planta Camellia sinensis, originária da China e da Índia. Na verdade, o primeiro registro escrito sobre o uso do chá data do século III a.C. O tratado de Lu Yu, conhecido como o primeiro tratado sobre chá com caráter técnico, escrito no séc. VIII, durante a dinastia Tang, definiu o papel da China como responsável pela introdução do chá no mundo.

Leia mais aqui:
Fonte: Aroma

Liberte-se!


bow on bridge, upload feito originalmente por AcroYogi.
"A saúde é o resultado não só de nossos atos como também de nossos pensamentos."
(M. Gandhi )

Aerial Yoga

Aerial Yoga é um novo tipo de Yoga que combina posturas do yoga tradicional com o treinamento físico das acrobacias aéreas. As aulas são desenvolvidas apoiadas por um trapézio de tecidos moles. Eles dizem que não é necessária nenhuma experiência anterior em acrobacias ou Yoga. Uia! Será? rsrs

Com o peso do corpo apoiado, os alunos aprendem a atingir o alinhamento postural adequado através do relaxamento, em vez de esforço, melhorando o estado relaxado e tranqüilo também.
Aerial Yoga apoia a sua prática de Yoga tradicional de várias maneiras:
  • Desafiando as posturas do yoga tradicional, tais como inversões e backbends profundos que podem ser alcançados sem esforço.
  • Os estudantes exploram profunda ação muscular muito mais do que em suas posturas de Yoga tradicional no chão.
  • As lesões comuns relacionadas ao Yoga causadas por estiramento excessivo nos ombros e compressão na parte inferior das costas são abordados através de exercícios que fortaleçam os ombros, sem comprometer a flexibilidade, e pelo fortalecimento do núcleo músculos abdominais sem compressão da coluna vertebral.

Into The Wild

O filme não é novo (2007), mas eu só fui assistir a pouco tempo. Sendo assim vou dar a dica, pois assitir me valeu uma enorme lição... Muitas reflexões... Alguns entendimentos... E além de tudo a trilha sonora é excelente!!!

{Depois de se graduar na universidade, aluno e atleta Christopher McCandless abandona as suas “posses”, doa toda a sua poupança de 24.000 dólares em conta para a caridade e pega carona rumo ao Alasca para viver no deserto. Na Natureza Selvagem (título em português) é um relato verídico, com roteiro escrito por Sean Penn baseado no livro escrito pelo jornalista John Krakauer, publicado em 1996, contando a vida deste jovem jornalista que tentou mostrar ao mundo esse modo de vida alternativo, ético, honesto e livre de imposições da sociedade.}

Depois de assistir o filme leia “a” frase moral da história clicando neste post.

"VIVIKTA DESHA SEVITVAM"


Vivikta = solitário
Desha = lugar
Sevitvam = freqüentar

A mente que aprecia quietude e solidão é aquela que aprecia estar consigo mesma.

Somos uma sociedade de pessoas inclinadas a fugir de nós mesmos. Tentamos fugir porque não estamos satisfeitos conosco. Pode-se dizer que as atividades se tornam uma fuga quando, sem a atividade, a pessoa se sente perdida, triste ou incompleta. É a razão por trás da atividade que faz dela uma fuga. Esta tendência da mente de querer escapar é universal!

Uma pessoa simples é contemplativa, e ser contemplativa significa ser capaz de se encarar alegremente. Para quem quer autoconhecimento, é muito importante considerar o valor por estar consigo mesmo, uma valor pela quietude.

Assim, aprendendo a estar comigo mesmo, optando voluntariamente por um lugar tranqüilo, onde posso observar a mim mesmo e aprender a me amar e me aceitar. Quando você tem o hábito de ir a um lugar calmo, você está aprendendo a ficar com você mesmo chegando a uma conclusão sobre você mesmo. O conhecimento claro de você mesmo torna-se possível.

A arte de sentar

Que tal começar a semana com pranayama?! Mas antes de sentar para fazer seu pranayama (exercícios respiratórios), você deve aprender como sentar para que as turbulências da mente e do corpo não atrapalhe a sua concentração. Logo, para aprender a sentar você deve preparar o corpo com a prática de asanas (as posturas), até que seu corpo esteja apto e confortável sentado.

A coluna deve estar ereta e as pernas cruzadas. Caso tenha qualquer desconforto nos joelhos, por exemplo, deve adequar a postura para não prejudicar algum problema já existente. Também poderá recorrer a bloquinhos ou almofadas para auxiliar, tudo para que sinta-se bem, ereto e confortável. Veja algumas dicas para se preparar:

Sente-se entre os joelhos:

Flexione o tronco à frente:
Trabalhe a abertura do quadril:

Mantenha-se bem alinhado:
Claro que a melhor e mais eficiente é uma prática completa e regular de yoga, mas 5 respirações em cada uma dessas posturas poderá ser de boa ajuda até a conquista de um meio lotus confortável:

La-la-la-la-la-la-la-la...


BoMMMMMM findi :P
Letra e tradução

Canal Yoga pela Paz


Muito legal!! Yoga delivery :)

Força no períneo!

Achei esse artigo navegando pela net e como o assunto é muito importante, mas muitas vezes delicado, achei que valia postar.Ele trata de maneira bem natural (como deve ser!) a importância de exercitar o períneo. Ah! Só um parenteses, eu nunca ouvi prof. falando "força no períneo", mas tudo bem... hihihi o que vale a mensagem.

A frase acima vive na boca de professores de pilates, ginástica, ioga... Mas nem todo mundo associa o nome à 'coisa' - e pouca gente trabalha de fato essa área crucial do corpo.

16/11/2010 - por Iara Biderman na categoria 'Saúde-Doença'

É um mistério: na era do culto ao corpo, quando tanta gente sabe nomes de músculos na ponta da língua, o períneo permanece desconhecido e mal aproveitado. Até por aqueles que adoram exibir bíceps, tríceps, quadríceps e glúteos sarados por aí.

Claro, não dá para exibir essa musculatura, mais profunda. Mas será preciso tanta sutileza para lidar com essa estrutura essencial a funções básicas como fazer xixi, sexo ou manter a postura?

"Pouca gente sabe onde é [o períneo]. Há um tabu enorme, já começa no reconhecimento de um lugar que pertence ao seu corpo", diz a fisioterapeuta Betty Gervitz, especialista em dança e saúde e doutoranda em gerontologia pela Unifesp.

Um sinônimo para períneo é assoalho pélvico. Desse jeito, fica mais fácil imaginar sua localização no corpo. Mesmo assim, não é fácil encontrar esse "chão". Afinal, ele se mexe, embora a maioria não se dê conta disso.

"O períneo é como qualquer outro músculo, tem que movimentar para não perder a força", afirma Débora Padua, fisioterapeuta especialista em uroginecologia.

Trabalho pesado

Além de pouco usado em movimentos conscientes, o assoalho pélvico tem outra particularidade: é ele que sustenta os órgãos genitais. O fisioterapeuta Gustavo Sutter Latorre, editor do portal Perineo.net, compara o assoalho pélvico a uma cama elástica que vai do osso púbico ao cóccix. "Só que essa cama não cede ao peso simplesmente, ela faz uma força contrária, empurrando [os órgãos] para cima." Na mulher, o trabalho é mais pesado: o assoalho pélvico sustenta mais órgãos (útero, ovários) e, frequentemente, o peso da gravidez.

Exercitar o períneo é bom para homens e mulheres de qualquer idade, mas é um cuidado mais importante para a mulher que já teve filhos, segundo Ana Carolina Basso Schmitt, doutora em saúde pública e fisioterapeuta. Fazer um treino de força regular é a melhor forma de prevenir problemas futuros, como a incontinência urinária na velhice. E de ganhar muito no curto prazo. "Exercícios para o períneo deixam a região genital mais bem irrigada, forte, viva", afirma Latorre.

Todas as práticas de ioga incluem exercícios para o períneo, lembra Anderson Allegro, professor da escola Aruna Yoga, em São Paulo. "O mula bandha, contração sustentada do períneo, é ensinado desde as primeiras aulas. Ele dá o chão para a realização das posturas."

Na ioga, a base da coluna, onde o períneo se insere, está ligada à kundalini, energia de vida, do despertar, da sexualidade. "Contrair o períneo regularmente devolve o prazer pela vida. Sexual, sim, mas não é o foco. É vitalidade em geral, para mulheres e homens", afirma Allegro.

Os exercícios que contraem a região da pelve preservam a saúde dos testículos e da próstata. E podem ajudar a função erétil. "A musculatura do períneo ajuda o músculo eretor do pênis a atingir o grau máximo de ereção", diz Latorre. Nas mulheres, o treino aumenta a lubrificação e a sensibilidade do canal vaginal.

Pompoarismo

A agente de turismo Júlia, 28, aprendeu a contrair conscientemente o períneo em um curso de pompoarismo. Na técnica, originária da Ásia, bolinhas de metal ou plástico são introduzidas na vagina com a função de halteres, para o desenvolvimento da força e do controle motor dos músculos.  

No Brasil, o pompoarismo é mais associado à pornografia ou a "sexo de resultados" (tipo "agarre seu homem"). Mas sua base é a mesma dos exercícios usados em tratamentos fisioterápicos ou em protocolos médicos, como o que o ginecologista norte-americano Arnold Kegel criou nos anos 1940 (os "exercícios de Kegel"). Bolinhas tailandesas (ben wa) ou cones são usados para praticar contrações e "manobras" -que podem depois ser reproduzidas com o parceiro. "No começo, é difícil contrair, respirar e ainda curtir. Depois, fica gostoso e você quer praticar sempre", afirma Júlia.

Para quem prefere uma técnica menos "invasiva", algumas atividades físicas ajudam tanto quanto a arte do pompoarismo no fortalecimento do assoalho pélvico.

No pilates, por exemplo, a contração do períneo é sempre solicitada para estabilizar a coluna, segundo Isaías Vieira, coordenador de pilates da academia Bio Ritmo. "Quando você vai fazer a organização do quadril, contrai o períneo para aproximar os dois ísqueos (ossinhos na parte inferior do quadril) e, depois, o cóccix do osso do púbis. A coluna lombar fica bem posicionada e dá uma base sólida para a organização das outras articulações", explica Gervitz. Nas aulas de pilates, além desse acionamento sutil do assoalho pélvico, a contração interna é realizada junto com movimentos maiores, que envolvem outros músculos, como os de elevação da coluna lombar, diz Vieira.

Fazer a báscula do quadril (um balanço para frente) é uma das formas mais fáceis de contrair o períneo. É por isso que a dança do ventre é uma boa atividade para fortalecer o assoalho pélvico. "Não é só a dança do ventre. O balé também trabalha muito esse encaixe do quadril", lembra Débora Sabongi, bailarina e professora de dança do ventre.

Coordenação fina

Mesmo assim, a dança oriental é uma das mais indicadas, segundo o fisioterapeuta Latorre. "Ela mobiliza a pelve e desenvolve uma coordenação motora muito fina da região do quadril."

Já a musculação tradicional, em aparelhos, pouco ou nada faz por essa área do nosso corpo, segundo Luciano D'Elia, educador físico especialista em treinamento funcional. "No treino funcional, ao contrário, a musculatura pélvica, a lombar e a abdominal são o ponto de partida dos exercícios", diz.

Fonte: Folha de S.Paulo – Equilíbrio, 09/11/2010

Olha que legal, achei até uns exercícios:

Saiba mais aqui!

Jai Ganesha


Ganesha, upload feito originalmente por katiedaisy.
Ganesha (senhor dos obstáculos) e o seu irmão, o Senhor Subramanya (destruidor das forças demoníacas), certa vez tiveram uma disputa para saber qual dos dois era o mais velho. Eles foram até o Senhor Shiva (o Deus criador do Yoga) para obter a decisão final. Shiva decidiu que quem fizesse uma viagem ao redor de todo o mundo e voltasse primeiro ao ponto de partida seria certo o mais velho.

Subramanya voou imediatamente no seu veículo, o pavão, para fazer a volta ao mundo. Mas o sábio Ganesha foi, cheio de amor e devoção, ao redor de Seus pais divinos e pediu-lhes o prêmio por Sua vitória.

O Senhor Shiva disse: “Oh amado e sábio Ganesha! Como posso dar a você o prêmio; você não foi ao redor do mundo?” Ganesha respondeu: “Não, mas Eu andei ao redor de Meus pais, e Meus pais representam a inteira manifestação do universo!”

Deste modo, a disputa foi favorável ao Senhor Ganesha, que é, portanto, conhecido como o filho mais velho dos dois irmãos. Mãe Parvati, também, deu a Ele uma fruta como um prêmio por esta vitória

Simbologia:
Ganesha tem uma enorme cabeça de elefante, imensa para um corpo de menino indicando sua capacidade intelectual e a firme dedicação ao estudo das escrituras. Ganesha é o sábio e o destruidor dos obstáculos.

Senhor Subrahmanya, também conhecido como Murugan, é símbolo da juventude, a compaixão, benevolência e bravura. Shiva é o destruidor, que destrói para construir algo novo, motivo pelo qual muitos o chamam de "renovador" ou "transformador".

Ganesha & Yoga
O yoga é uma prática que produz profunda transformação física, mental e emocional, portanto, se vê intimamente ligada à transformação grande atributo também do deus Ganesha.

Entre e sinta-se à vontade!

“A house is a home when it shelters the body and comforts the soul.” {Phillip Moffitt}

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