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Tendências

Segundo a Trendwatching, surge aos poucos uma nova safra de consumidores, os chamados “geração G” (G- de generosidade). Segundo eles, não bastam bons produtos nem preços atraentes, os clientes estão atrás de empresas que combatam a ganância. “As pessoas estão descontentes com a ganância dos empresários e suas consequências para a economia”, diz estudo. Assim sendo a Trendwatching dá algumas sugestões para transformar seu negócio mais generoso:
Doe privilégios – dê vantagens aos consumidores, e não fique restrito àquelas estritamente relacionadas ao seu produto.
Ofereça mais – em vez de bombardear os clientes com propagandas, facilite a vida deles.
Invista no verde – empresas comprometidas com a geração G devem agir rapidamente para neutralizar, ou pelo menos minimizar, seus efeitos indesejáveis no meio ambiente.
Seja flexível – para não parecer ganancioso.
E Viva a Generosidade!!!

"Upcycling"

Transformar resíduos ou produtos descartáveis em novos materiais ou objetos práticos e de qualidade sem a utilização de processos químicos. Esta é a definição de upcycling. Basicamente o upcycling consiste, ao contrário da reciclagem onde o material primeiro é destruído para depois ser convertido em algo novo, no aproveitamento de um resíduo sem alteração de seu material e sua forma. Para quem já é adepto das práticas sustentáveis, os benefícios dessa prática é garantia de melhores condições de vida. Além disso outro ponto que conta a favor da técnica é a economia, já que os custos e a qualidade de materiais utilizados durante o processo são menores.
 

OMtono


Começamos o dia hoje já com um pé no outono e é impressionante como as pequenas mudanças começam a acontecer... o sopro caricioso do vento ameniza o forte calor do verão  das últimas semanas, o chão começa a ficar coberto por um carpete de folhas e os passarinhos estão mais agitados cantarolando desde cedo.  

Usamos, exercitamos e adestramos o corpo em asanas para transcendê-lo e chegarmos além. O yoga desperta e realça os poderes sensoriais, quem pratica corre sempre o risco de perder-se na degustação dos sentidos. E assim como as estações estabelecem as suas mudanças, as pessoas também reconhecem as suas “estações internas”.

Que venham as transformações...

The Revolution is Love

No embalo romântico de ontem...


"An economist says 'more for you is less for me.' But the lover knows that more for you is more for me too. If you love somebody, then their happiness is your happiness. Their pain is your pain. Your sense of self expands to include other beings.That's love. Love is the expansion of the self to include the other. And that's a different kind of revolution. There's no one to fight—there's no evil to fight. There's no 'other' in this revolution."
{ Charles Eisenstein }

*L.I.N.D.O!* Via Yes Magazine 

Oportunidade que não se joga fora

Lixo fede, atrai insetos e emporcalha as cidades. Lixo, por definição, é algo que as pessoas já não querem, de que têm ojeriza, e por isso pouco se preocupam com seu destino. No entanto, o lixo é fruto do progresso econômico e está em nosso cotidiano, é onipresente e visível.

Trouxe esse tema para o post, justamente porque acreditava que a grande maioria já houvesse entendido a importância de se reciclar, mas quando ando nas ruas aqui de Floripa, vejo que não está tão claro assim...

Os dejetos que eliminamos diariamente em nossos lixos liberam substâncias químicas nocivas para o solo e a água, ou para o ar, quando queimamos. Elas representam quase 4% dos gases de efeito estufa do mundo, principalmente na forma de metano a partir de comida podre.

E aqui incluo um “add” – é fundamental saber que destino dar ao lixo, à margem dos fétidos aterros (que serão proibidos de existir no Brasil a partir de 2014).
O Brasil ainda recicla muito pouco!!! 1,4%!!! Se comparado a países como Estados Unidos (34%) e a regiões como a União Européia (45%). É preciso entender que além da simples separação dos lixos, o próximo passo, maior e mais complexo, é aquele que permitirá transformar o lixo em riqueza, lixo em energia.
Pois é pessoal, além de fazer bem ao meio ambiente, à saúde e à paisagem, o tratamento adequado do lixo ajuda a economia. Esse é o nosso desafio para uma nova era.

{Leia reportagem completa no acervo da Revista Veja Digital -
Edição especial Sustentabilidade, dezembro 2011}

Green Fashion

Fazia tempo que eu queria postar algo sobre o assunto e quando li a matéria no Diário Catarinense de domingo aproveitei o ensejo. A moda foi, por um bom tempo, meio ausente nas discussões sobre sustentabilidade. Mas hoje o papo avançou e uma das principais preocupações é o algodão – uma das mais cultivadas matérias-primas do mundo e grande alvo para pragas – Só o algodão é responsável por 25% de todo inseticida gasto no mudo!

Existem alternativas pessoal!

O algodão orgânico está surgindo e grandes marcas estão buscando outros caminhos mais sustentáveis para os seus produtos. Jeans 100% reciclado, feitos a partir de garrafas PET e sobras de fios ou sapatos feitos de couro de tilápia, já existem alternativas polidas e modernas.

Saiba escolher

Lã
Prefira aquelas sem tingimento ou tingidas à base de lama ou argila. Embora, a princípio, a lã seja sustentável, muitas ovelhas são alimentadas à base de antibióticos e hormônios a vida toda.

Caxemira
Uma das fibras mais finas do mundo é também uma das mais sustentáveis. Ela é feita dos fios de camadas inferiores do pelo das cabras caxemira.

Linho
A fibra natural também pode ser cultivada organicamente, sem uso de químicos. Opte pelas peças de cor natural. As etiquetas geralmente trazem informações sobre a composição do tecido.

Seda
Outro tecido fino e sustentável, a seda é renovável e biodegradável. Mas aqui dê preferência ao tipo que não foi quimicamente tratado ou misturado a sintéticos.

Fuja!

Poliéster
A fibra é versátil e barata, por isso foi rapidamente incorporada pela indústria têxtil. Mas vestir poliéster é quase o mesmo que vestir plástico. Além disso, é altamente poluente, desde a fabricação à manutenção.

Náilon
Foi sintetizado pela primeira vez em 1935 e foi incorporado pela indústria principalmente em velcros, roupa de banho e roupas esportivas. Porém sua relação com o meio ambiente não é boa... leva cerca de 40 anos para se degradar e solta micropláticos na lavagem.

Customize
Antes de jogar uma peça de roupa no lixo, ou comprar uma nova, vale usar um pouco da criatividade e reinventar o que você já tem no seu acervo.

Steve Jobs & Yoga

10 idéias de Jobs para mudar o seu mundo...

O legado de um dos grandes inovadores da história vai muito além das criações da Apple que revolucionaram o séc. XXI. Jobs deixa um legado de aprendizado que podem fornecer ótimos atalhos para o nosso cotidiano pessoal e profissional. Isso porque na década de 1974 Jobs embarcou para um ashram na Índia – especificamente Nainital - em busca do guru Neem Karoli Baba. Lá ele leu o livro autobiográfico de Paramhansa Yogananda e numa experiência transformadora descobriu o que ele cita “ a coisa mais poderosa e de maior impacto em seu trabalho” - a intuição.

Jobs diz que sua estada de sete meses em vilarejos o fizeram "ver a loucura" do mundo ocidental, bem como sua capacidade de pensamento racional. "Se você apenas sentar e observar, você vai ver como inquieta sua mente é. Se você tentar acalmá-la, ela só irá piorar a situação. Mas com o tempo ela se acalma, e quando isso acontece, há espaço para ouvir as coisas mais sutis - que é quando a sua intuição começa a florescer ", diz ele.

1. Faça aquilo que você gosta – mesmo que no começo pareça que não vai dar certo.
2. Aprenda com os erros – e jamais pare de errar.
3. Trabalhe com equipes pequenas
4. Faça as perguntas certas – e pense diferente do que você pensa.
5. Crie uma cultura corporativa – mesmo na administração doméstica.
6. Simplifique – e diga não ao supérfluo.
7. Guarde segredos e os alimente.
8. Ouça os outros – mas não tenha medo de tomar decisões sozinho.
9. É sempre melhor pegar um caminho alternativo do que correr onde todos já estão.
10. Um pouco de auto-suficiência é bom – valorize sua própria marca.

“The Power of human connection is one of the most important technologies a yoga teacher possesses.” Steve Jobs

Eu não sei se Steve Jobs era realmente um yogi ou não, mas estas palavras definitivamente vieram de um lugar de consciência pura!! Não acham?!

“Rolezinho com a magrela”


Que tal começar a semana pedalando?
Nada melhor do que aproveitar a estação para pedalar, é convidativa, não é mesmo?! Procure explorar percursos com ruas mais calmas e arborizadas onde o passeio lhe proporcionará maior lazer, assim como a escolha de horários em que o sol não esteja tão escaldante.

Mais do que proporcionar momentos de prazer a conhecida “magrela” pode ser um ótimo meio de transporte. É claro que você não precisa cruzar a cidade de bike, mas ela é bastante indicada para percursos de até 7 km. Agora se você mora em regiões mais planas e já se sente bem preparado para distâncias mais longas aproveite para desfrutar da brisa e lembre-se de que não precisa utilizar esse meio de transporte obrigatoriamente todos os dias, vá de bike quando der, sem radicalismos!

Recomenda-se que utilize ao menos alguns itens para manter a sua segurança no transito:

Farol: como nos carros, vermelho atrás e branco na frente.
Capacete: indispensável, imprescindível! Se possível acrescente refletivos nas laterais e atrás.
Kit socorro: sempre tenha na bike uma câmera extra e uma bomba, no caso de furar o pneu.
Óculos: são muito bem vindos para proteger de pequenos insetos, da poeira evitando que pequenas distrações causem um acidente.
Luvas: É bom usar para evitar bolhas e esfolados.
Manutenção: leve regularmente a bike para revisão e esteja com os pneus sempre calibrados.

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/atitude/conteudo_299454.shtml

Cicloativismo (vídeos da fundadora do grupo Night Bikers de São Paulo)
http://www.youtube.com/watch?v=1RedHED6CG0
http://www.youtube.com/watch?v=C-MJHjk0q1k

Leia mais:
Manual Ciclista – POA http://www.naomotorizados.com.br/wiki/Guia/Manual_Ciclista_POA
Bike-boys http://www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/cbn/m_sp_071107.shtml
Escola de Bicicleta http://www.escoladebicicleta.com.br/index.html
Holding Bike http://vimeo.com/2315400

Boa pedala e não se esqueça de acrescentar ao começar e terminar o role algum alongamento. Inspire-se no Yoga!

Exibidas

Apesar de ainda terem como meta vender sonhos de consumo, as vitrines, acompanhando movimento que já é forte no exterior, passaram a investir em mostras mais conceituais e ousadas. Vocês repararam?

As vitrines agora têm que vender estilo e as marcas estão exigindo cada vez mais referências de arte e design. Lojistas locais serão mais estimulados a colocar criatividade em suas exposições. Mas foi em Paris claro!, com o surgimento das lojas de departamento, em 1852, que sair para ver vitrines virou um hábito. Hoje, é lá que estão as mais conceituais do mundo.

Mais do que uma mostra do que está lá dentro da loja, a vitrine faz parte da arquitetura. É, sobretudo, uma plataforma preferencial para construção do bendito conceito a ser imposto – aquele algo a mais que eles querem fazer você crer que está comprando, além da roupa. Já pensou nisso?




Geobiologia

Você já ouviu falar em Geobiologia? Eu nunca até que ler, neste último domingo, uma reportagem sobre o tema no jornal Diário Catarinense. Geobiologia é a ciência que estuda o impacto de obras na saúde das pessoas.

Sabe aquela sensação esquisita ao entrar numa casa que, aparentemente, não tem nada de errado, mas você se sentiu desconfortável sem saber o motivo? Talvez essa sensação possa ser explicada pela geobiologia da construção, área técnica dedicada a estudar a relação entre o ser humano e o meio que o rodeia.

Segundo o geobiólogo Sérgio Nogueira, as pessoas possuem não só componentes físicos – aquilo que é palpável - , mas também componentes energéticos, que formam um campo passível de sofrer influências externas. Falhas no subsolo, malhas energéticas, falhas geológicas e poluição, por exemplo, podem interferir na qualidade de vida das pessoas que ali vivem; ocasionando como conseqüência cansaço excessivo, estresse, falta de concentração, insônia, ansiedade, problemas alimentares e desgaste emocional.

A biologia da construção pretende manter em ordem alguns itens da casa: qualidade interna do ar, umidade, temperatura, som, iluminação e proporções harmônicas dos móveis.
A arquiteta Sabrina Estrella indica plantas na decoração, pois acredita que a energia das plantas é bastante positiva. Outra dica é deixar o sol entrar em contato com a casa.E, se você acabou de comprar um imóvel que era habitado por outra família, mude tudo! Pinte as paredes, reforme os móveis e deixe o local com a sua energia.

Hummm essa tal "geobiologia" não te lembrou a milenar cultura chinesa do Feng Shui?

Sopro da Amazônia

Para fechar a semana antenada, um post über fashiOM onde trago as novidades apresentadas no desfile da nova coleção eu adorei! do estilista Victor Dzenk no Donna Fashion DC que termina amanhã e tem tudo a ver com o nosso estilo :)

Com forte representação do poder da mulher e características marcantes da floresta amazônica, os looks de tribal ganharam destaque com tatuagens geométricas usadas pelos índios Kayapós.
A escolha por tons naturais dão o ar de tropicalidade bastante presente no verão 2012 e porque não “brasilidade” nas peças que estão bem fluídas, sensuais e muito elegantes como as mulheres brasileiras!

Viva positivamente

A vida é uma tragédia quando vista de perto
e uma comédia quando vista de longe.
{Charles Chaplin}
Na antiguidade, o riso era tido como a expressão maior da suprema liberdade. O humor pode até ser matéria que se prepara com antecedência, mas só se consuma em comunhão com instante. Comédia é sempre ao vivo, ainda que estejam gravando. Talvez por isso chamem a habilidade para fazer a graça de “presença de espírito”.

O humor é de certa forma, como afirmou Freud, a percepção sublimada das tragédias humanas. E quando você vive o humor no cotidiano, descobre mais graça na vida.

Já o indiano Shree Rajneesh diz que a vida é, em si, uma piada cósmica (rsrs). Loucura ou não ele afirma “leve a vida a sério e você continuará a perdê-la – a vida só é compreendida por meio da risada.”

A comicidade é um elixir para o corpo, serve para aliviar nossas tensões do dia a dia, espantar o medo e colorir a vida. Então aproveite a chegada do final de semana para rir muito, porque o riso é capaz de trazer mais encantamento aos nossos dias!

Da lama ao caos

O caminho da superação a gente sabe que não é fácil; enfrentamos inúmeras adversidades durante a vida, não é mesmo? Mas, quando conseguimos subjugar os problemas, saímos restaurados, firmes e seguros para continuar em frente.

O segredo para a adaptabilidade é a capacidade de ser flexível em decorrência de muitas qualidades de sua personalidade equilibrada. Ser tanto otimista quanto pessimista, sério e alegre, trabalhador e preguiçoso. Esse paradoxo exige uma busca de postura diferente para cada caminho.

• Reagir positivamente aos problemas e emergir mais forte das experiências desastrosas.
• Encarar as adversidades como oportunidade de mostrar e aprimorar sua competência, seu entusiasmo.

Você até pode ter uma tendência mais marcante como, por exemplo, levar a vida de maneira metódica e organizada. Mas precisa ter em mente que, vez ou outra, vai ser preciso agir com impulsividade.

Mas sabe quando temos a impressão de que nossas capacidades – todas elas- desaparecem? Quando surge uma situação não prevista, turbulenta ou ameaçadora. É assim com todo mundo, acredite! E é claro que a gente sofre, chora, fica recluso (afinal não temos sangue de barata, né?!). O que não podemos é ficar escravos dessas emoções negativas. Nessa hora meus amigos...

“Levanta sacode a poeira dá a volta por cima!!”

Na vida, é preciso ter as propriedades do elástico para enfrentar os contratempos. Ter a mesma capacidade que ele tem de retornar ao seu estado original após sofrer uma grande pressão. O importante é não se fazer de vítima, segundo o consultor empresarial e educacional Eduardo Camello, pois enxergar-se como vítima das circunstâncias faz você se excluir do problema e perder o poder para superá-lo ou transformá-lo. Você fecha as portas de possibilidade.

• Seja humilde: um aspecto para se restaurar é perder o próprio preconceito. Não ter vergonha de estar por baixo.
• Busque o autoconhecimento: quem se conhece sabe quais são suas armas para enfrentar a adversidade.

Isso é resiliência, afinal, meu caro! Atributo daqueles que mesmo quando tudo parece conspirar negativamente, estampam o sorriso no rosto e seguem em frente!

Why So Serious?

Acabo de ler um post no blog Elephantjounal, cujo tópico estimula nós yogis a refletir sobre o tema “isto é só yoga” - onde se questiona a seriedade da prática ou a falta dela. Estamos levando muito a sério? A tal ponto que quando estamos numa sala de aula permanecemos rígidos em busca do perfeito alinhamento? Ou nem se quer conseguimos sorrir e desfrutar a energia da postura? Ou o contrário, desprezamos os grandes ensinamentos dessa filosofia milenar?

O que você acha?

Eu, assim como Buda, prefiro o caminho do meio. Vejo muitos yogis extremamente radicais em sua conduta e julgamentos, fato que interfere até a clareza de aceitar o tempo e limitação de cada um. Mas também fico inquieta quando vejo declarações de que “o yoga não serve para nada”, como assim????

Yoga será para cada um uma jornada diferente. E não se pode afirmar que um está “mais evoluído” do que o outro simplesmente porque pratica mais vezes por semana, sabe mais sobre os yamas ou ainda porque é vegano. O yoga é uma filosofia para todos e qualquer um! É autoconhecimento. É para conquistarmos equilíbrio e vivermos em harmonia.

"O Yoga tem uma mensagen completa para a humanidade.
Tem uma mensagem para o corpo.
Tem uma mensagem para a mente.
Tem uma mensagem para o espírito."
{Swami Kuvalaynanda}

Portanto se o yoga é agora para você uma ótima prática como um bom alongamento, pratique! Se é um exercício respiratório que lhe ajuda em vários aspectos, respire! Se é o contato com o silêncio nos minutinhos de meditação, medite! Se é a transcendência do som com a música, cante!

Seja como for, aproveite cada lindo dia!

Alzheimer e a lição do momento presente

Você irá ficar surpreso com o quanto a memória importa...



... "Você tem que deixar de se preocupar com o amanhã... Senão você não vai curtir o hoje"...

{Dedicado a todos aqueles que assim como eu, tem ou teve algum conhecido ou familiar com Alzheimer. Com carinho.}

IstoÉ Yogaaaa!!!!

Todo o poder da ioga
(para aqueles que ainda duvidam ou desconfiam do que essa filosofia prática é capaz!!)

A técnica ganha o respeito da medicina e é usada para ajudar no tratamento de câncer, obesidade, dor crônica e doenças cardíacas, respiratórias e psiquiátricas.
Cilene Pereira e Mônica Tarantino para a Revista IstoÉ - jun 2011

Nesta semana, o mundo acompanha, como de costume, as novidades divulgadas durante o congresso da Sociedade Americana de Oncologia Clínica, conhecido como Asco, o maior e mais importante encontro mundial sobre câncer. Neste ano, entre os destaques mostrados no centro de convenções, em Chicago, um, especialmente, chama a atenção não só pela importância de seus resultados como também pelo simbolismo que carrega. Pesquisadores do MD Anderson Cancer Center – uma das principais instituições do planeta para o tratamento da doença – apresentarão um trabalho no qual relatam como a ioga ajuda a tratar o câncer.

No estudo, realizado com portadoras de tumor de mama submetidas a sessões de radioterapia, ficou comprovado que o método, além de reduzir os níveis de cortisol (hormônio liberado em situações de estresse), melhora o funcionamento do corpo em geral. Entre outros ganhos, as participantes demonstraram maior capacidade de execução de tarefas cotidianas, mas difíceis de ser efetuadas por causa da doença, como subir escadas ou dar uma volta no quarteirão. Também sentiram menos cansaço, dormiam melhor e ainda encontraram uma forma menos doída de lidar com seu drama particular. “Elas dão mais foco à espiritualidade, na conexão consigo mesmas e com as outras pessoas”, disse à ISTOÉ Lorenzo Cohen, diretor do Programa de Medicina Integrativa do MD Anderson e responsável pela pesquisa. “Dessa maneira, fica mais fácil perceber o que realmente precisam e como alcançar essa meta.”

A apresentação de uma pesquisa sobre ioga em um evento mundial no qual a tônica, historicamente, sempre foi a divulgação de novidades que giram em torno da medicina tradicional – novos remédios ou aparelhos, por exemplo – é emblemática. O fato é a evidência mais concreta de que a medicina ocidental está incluindo a ioga na sua lista de recursos contra as doenças. Criada há cerca de cinco mil anos no lugar onde hoje é a Índia, a ioga é uma filosofia de vida (leia mais no quadro à pág. 107). Seu princípio fundamental é o de facilitar a conexão do corpo com a mente, entendidos como uma coisa única, indissociável. Não é por outra razão que, em sânscrito, a língua usada em rituais do hinduísmo, a palavra ioga remete ao significado de atrelar. Para que isso seja possível, ela se apoia em recursos como a meditação, a respiração profunda e a execução dos ásanas, posturas corporais inspiradas em animais ou em outras referências da natureza.

Depois de desembarcar no Ocidente como mais uma excentricidade do Oriente, a prática hoje ganhou o respeito da ciência e recebeu o direito de entrar pela porta da frente em alguns dos mais renomados serviços de saúde do planeta. O método figura entre as terapias complementares disponíveis no MD Anderson, no Massachusetts General Hospital, em Boston, e no Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, em Nova York, por exemplo.
Na Clínica Mayo, outro respeitado serviço de saúde, localizado também nos EUA, ela é ofertada a portadores de doenças diversas. O pneumologista Roberto Benzo, por exemplo, a aplica no tratamento de insuficiência cardíaca (o coração perde a capacidade de bombear o sangue para o corpo) e de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), mal caracterizado pela destruição progressiva dos alvéolos pulmonares. “Os principais benefícios são a redução da dificuldade respiratória e a melhora do condicionamento físico”, explicou Benzo à ISTOÉ.

No Brasil, o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, um dos mais importantes da rede privada do País, prepara-se para oferecer a prática como mais uma opção de seu departamento de terapias complementares. No Hospital A. C. Camargo, também na capital paulista e especializado no atendimento a pacientes com câncer, aulas de ioga começaram a ser adotadas recentemente. “Elas ocorrem uma vez por semana”, informa a professora Aline Chrispan. “As participantes controlam melhor a ansiedade que aparece durante o tratamento.”

O mesmo movimento de incorporação da ioga pela medicina vem sendo registrado nos consultórios. “Indico para alguns pacientes, como os portadores de artrose”, diz o médico Mário Sérgio Rossi, coordenador do comitê de terapias complementares do Hospital Albert Einstein. “A prática ajuda na lubrificação das articulações, sem causar traumatismo”, diz. Doença inflamatória crônica, a artrose se caracteriza pela ocorrência de dor e deformações nas articulações. Por isso, além dos remédios específicos, é importante que os pacientes mantenham a funcionalidade das articulações por meio de exercícios corretos, que não agridam ainda mais essas estruturas. Por isso a ioga, com seus movimentos suaves e alongados, é uma boa opção.

Na clínica do dentista Fausto Ito, especialista em apneia do sono e ronco, do Rio de Janeiro, os pacientes são orientados a praticá-la, de preferência, em ambientes com pouca ou nenhuma iluminação. “A ausência da luz ajuda na produção da melatonina, um indutor natural do sono”, explica. “Os efeitos da ioga são potencializados e o resultado é a melhora na qualidade do sono.”

Uma pesquisa que acaba de ser publicada no Archives of Internal Medicine dá uma ideia da importância que a terapia vem ganhando. De acordo com o trabalho, 30% dos americanos fazem uso do método, assim como de outros do gênero, como acupuntura e meditação. E um em cada 30 pacientes recebeu a recomendação da prática de seus próprios médicos. “Há boas evidências da eficácia dessas técnicas, mas não esperávamos que o índice de aceitação pelos médicos fosse tão alto”, afirmou Aditi Nerurkar, da Harvard Medical School (EUA), autor do levantamento.

Ao mesmo tempo que sua indicação se consolida, proliferam pelos centros de pesquisas estudos para investigar o alcance de seus benefícios. Aqui no Brasil, pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) atestaram o efeito do método contra a hipertensão após a realização de um trabalho que acompanhou executivos com o perfil clássico desses profissionais: estressados, ansiosos e com pressão fora de controle. “Após oito meses, houve mudanças no estilo de vida e resgate da saúde”, contou o médico Fernando Bignardi. “E deixaram de ser hipertensos.”

Nos EUA, na Boston University School of Medicine, verificou-se que a ioga apresenta resultados mais eficazes no controle de distúrbios de humor, depressão e ansiedade em comparação a outros exercícios, como a caminhada. “Em exames posteriores à realização dos exercícios, os participantes exibiam taxas mais elevadas do Gaba, uma substância cerebral cujo nível, se estiver baixo, está associado a desequilíbrios de ordem emocional”, disse à ISTOÉ Chris Streeter, professora de psiquiatria e coordenadora do trabalho.

Essa característica – a de ajudar a lidar com os sentimentos – também está fazendo da ioga uma aliada contra a obesidade. É verdade que a própria execução dos exercícios já auxilia na queima de calorias. No entanto, a ciência está constatando que o impacto é mais profundo. Um claro indicativo foi registrado em uma pesquisa da Fred Hutchinson Cancer Research Center (EUA). Os cientistas acompanharam as respostas de mulheres que estavam magras ou com sobrepeso. “Em dez anos, as praticantes ganharam menos peso do que aquelas que não faziam ioga”, explicou à ISTOÉ Alan Krystal, responsável pela pesquisa. “E isso ocorreu independentemente do nível de atividade física e dos padrões de alimentação de cada uma”, disse. Na avaliação do cientista, o que está por trás do resultado é a consciência, despertada pela ioga, do tamanho real do apetite. O método ajuda o indivíduo a perceber por que está comendo e a parar quando satisfeito.

De fato, quando usada em doenças permeadas por forte conteúdo emocional – caso da obesidade –, a ioga manifesta uma particular eficácia. Pacientes com fibromialgia, por exemplo, estão entre os mais beneficiados. A enfermidade manifesta-se pela ocorrência de dor crônica e generalizada pelo corpo. Com o passar do tempo, torna-se um inferno na vida do portador. Debilitado pela dor constante, aos poucos ele se isola, deprime-se.

Uma iniciativa da Oregon Health & Science University (EUA) revelou como o método pode ajudar. Foram recrutadas 53 mulheres com fibromialgia. As voluntárias foram avaliadas depois de ser submetidas a um programa de ioga desenhado para suas necessidades – contemplando mais fortemente aspectos como dor, fadiga, problemas com o sono e dificuldades emocionais acarretadas pela doença. Todos os pontos apresentaram melhora. Um deles chamou a atenção. “Elas ficaram mais dispostas para a vida, apesar do sofrimento”, disse James Carson, coordenador do trabalho. “E aprenderam a não dar tanto espaço a tendências ruins, como a de supervalorizar a dor.”

Na opinião de Marcos Rojo, professor e pesquisador da técnica na Universidade de São Paulo, uma das explicações para modificações como essa é justamente o estabelecimento da conexão mente-corpo perseguida pela ioga. “Ela trabalha mecanismos que têm alguma relação um com o outro. Por exemplo, se você passa por um período de muita ansiedade, pode ter alterações no sistema digestivo ou cardiorrespiratório”, diz. “Um dos objetivos da ioga é fazer o caminho inverso: trabalhar o corpo para interferir nas emoções”, afirma.

É sabido que a atuação também se dá no nível físico propriamente dito. Um exemplo é o que proporciona no caso da dor. “Quando a pessoa sente o sintoma, se contrai. Com a ioga, aprende a relaxar profundamente”, explica Luciana Brandão, do Estúdio Ioga na Cidade, de São Paulo, e pós-graduanda na Unifesp em terapias complementares. “O sangue circula mais, ajudando a reduzir a sensação”, complementa.

No caso das doenças respiratórias, o efeito produzido pelos exercícios de respiração aumenta a eficiência dos músculos que integram o sistema responsável pela oxigenação do organismo. Em uma análise realizada por médicos da Chicago Medical School (EUA), o benefício foi constatado após acompanhamento de 22 pacientes que fizeram aulas de uma hora, três vezes por semana, durante um mês e meio.

Há dois pontos ainda não completamente esclarecidos no que se refere ao uso terapêutico da ioga. O primeiro diz respeito ao formato das aulas. O segundo, à frequência com que devem ser feitas. Em relação ao tipo de aula, a tendência é criá-las para ser mais específicas. Na Escola Narayana, uma das mais tradicionais de São Paulo, os responsáveis recebem alunos interessados no auxílio que a ioga pode trazer para males distintos. “Desenvolvemos aulas de acordo com a questão de saúde de cada um”, afirma Luzia Rodrigues, coordenadora da escola. Quanto à frequência ideal, restam dúvidas. “Ninguém ainda sabe dizer ao certo”, disse à ISTOÉ Brent Bauer, da Clínica Mayo. O médico orienta seus pacientes a praticar pelo menos 30 minutos todos os dias.

Pressão sob controle
Foi um caso grave de aneurisma da aorta, há cinco anos, que fez o compositor e guitarrista Yvo Ursini, 33 anos, repensar sua vida e encontrar a ioga. Embora o problema de saúde lhe imponha algumas limitações – como não realizar exercícios que alterem o fluxo sanguíneo para a cabeça –, ele comemora os avanços. “Melhorei muito minha consciência corporal e minha pressão arterial está mais controlada.”

Postura contra a dor
Durante uma aula de ioga, é preciso capacidade de alongamento e força nos músculos de todo o corpo. Um dos resultados dessa combinação de esforços é o alívio da dor. “Tenho uma alteração na coluna lombar e a ioga me ajuda a aliviar a tensão que causa dor”, conta a administradora na área médica Carla Hellner, 42 anos.

Alívio depoisdo câncer
Após a retirada dos seios devido a um câncer, a auxiliar administrativa Adriana Ferreira Lima, 34 anos, encontrou na ioga uma forma de acelerar sua reabilitação. “Faço posturas mais lentas para recuperar a mobilidade do braço e da mão, prejudicados pela cirurgia”, fala. “Comecei há seis meses, mas já sinto que meus movimentos e minha respiração melhoraram.”

De aluno a professor
Primeiro ele se interessou como aluno. “Procurei a ioga em busca de mais sintonia entre corpo e mente”, conta o professor de educação física Isaías Lemos, 31 anos. Alguns anos depois, contente com os resultados, ele resolveu fazer um curso de especialização. “Acabei trocando a ginástica artística, modalidade da qual era treinador, pela ioga.” Hoje ele dá aula e é referência para os outros professores da modalidade, na academia Bio Ritmo, em São Paulo.
Uma aura de mistério envolve as origens da ioga. Acredita-se que a filosofia tenha surgido há cerca de cinco mil anos, no território onde atualmente se localiza a Índia. Para os hindus, os ensinamentos foram dados por Shiva – deus da transformação. Durante muitos séculos não houve registro escrito da técnica: os mestres passavam os conhecimentos aos seus discípulos por meio da tradição oral. O primeiro registro data de pouco mais de dois mil anos, com o livro que ficou conhecido como “Yoga Sutra”.

A produção científica em torno do tema é ainda mais recente. Começou na década de 1920, com a criação de um instituto governamental na Índia para pesquisar os efeitos da ioga sobre o corpo. “À época essa iniciativa não foi vista com muita felicidade pelos indianos, pois a eles a tradição bastava, não era necessária a preocupação científica”, diz Marcos Rojo, professor e pesquisador de ioga na Universidade de São Paulo.

Foi, todavia, a busca pelo cientificismo que impulsionou a vinda da prática para o Ocidente. Deste lado do mundo, a ioga ganhou também outros ares, com foco maior na parte física. “A visão original da ioga entende o corpo como um meio para se experimentar sensações importantes para a evolução espiritual”, fala Rojo. A filosofia inclui princípios, como o respeito à natureza, a não violência, o controle dos impulsos e dos sentidos e o desapego de pessoas e objetos. A preocupação com o alinhamento e o tônus muscular – questões relacionadas com a parte física – foram acrescentadas após a ocidentalização da prática.

(O post ficou longo, mas resolvi colocar a reportagem na íntegra depois de ainda ouvir, nos dias de hoje, um preparador físico de um programa de televisão afirmando que a "atividade" do yoga não serve para nada uma vez que não se perde calorias e não se ganha tonos muscular).

Surf sempre com Yoga!

“Gata casca grossa” é como Maya Gabeira é conhecida no mundo inteiro por conquistar o título de A melhor surfista de ondas grandes (orgulho feminino!!!). A big rider carioca foi tetracampeã do Billabong XXL Awards - principal premiação do surfe em ondas gigantes, na categoria "melhor performance feminina".

Quando não está dropando ondas insanas, ela pratica, entre outras coisas, yoga (claro!) como forma de se preparar física e mentalmente. Maya revela que, após tomar uma vaca num mar gigante é necessário bastante equilíbrio para não perder a concentração, muito fôlego (apneia) para agüentar o caldo, treino e equipamento certo para voltar a dropar!

É pra botar muito marmanjo no chinelo!!!

Indoàíndia

Uma longa viagem começou em julho de 2010... O objetivo do ciclista Erich Zelazowski é ir de São Paulo à Índia usando bicicleta (e barcos à vela) como meio de transporte fazendo o máximo de escalas interessantes. E para compartilhar essa trip ele criou um blog onde registra textos e fotos sobre tudo o que ocorre no caminho. Os vídeos constituirão uma série de programas com o nome: Indoàíndia, cujo o foco estará em assuntos ligados à sustentabilidade, culinária, expressões artísticas e aspectos culturais dos países em que passar. Outros temas como navegação à vela, geografia e aventura também terão grande relevância.

Para acompanhar toda esta longa, louca e curiosa jornada acesse: indoàíndia.blogspot.com O yOMga adorou a idéia e fica na torcida para que o Erich chegue lá com muitas histórias para compartilhar!

Se animou?! Então aventure-se também:
Estude roteiros e aventure-se de bicicleta ao redor do mundo!
Europa tem rotas na internet para viagens de 'bike'

Qual é o seu limite?

Para alguns os limite é a linha máxima aonde se consegue chegar... Para outros o limite é aquela linha extrema que quando ultrapassada encontra-se paz.

Íngrid Betancourt – a colombiana que mobilizou o mundo após permanecer 6 (cruéis) anos refém das FARC ultrapassou quaisquer limites, sobreviveu, e divide um pouco desta experiência e como isso tudo lhe deu uma nova visão sobre prioridades (em entrevista a Marcos Braga, presidente da HSM).

A transformação

“Demorei para aceitar o seqüestro e as regras do jogo impostas pela guerrilha. Demorei para entender que precisava me posicionar perante mim mesma. Mas entendi. Por exemplo, passei por uma mudança espiritual diante da possibilidade real da morte, tive de saber se eu acreditava em um Deus. Eu pensava: Não pode existir um Deus! Por sorte tive acesso a uma Bíblia e lendo-a consegui responder a muitas de minhas perguntas. Isso me obrigou a revisar todas minhas condutas. A primeira coisa é que administrei meu tempo e criei a rotina da meditação, o que me levou a uma transformação de caráter. Eu era impaciente, voluntariosa, tinha dificuldade de ouvir os outros; hoje, consigo prestar mais atenção a minha volta e agir de forma consensual. Isso mudou minhas prioridades na vida e minha própria definição de felicidade: para mim, tinha a ver com sucesso – escalar cargos públicos e realizar projetos – e hoje se resuma à palavra “repouso”; trata-se de uma serenidade d´alma.”

A rotina

“Mergulhamos na lama de fato. Nenhum de nós (ex-reféns) teve comportamento exemplar no cativeiro. Queríamos ser heróis, mas éramos só humanos, feridos em sua dignidade, sempre acorrentados e submetidos à pressão e à manipulação das FARC. Mas prefiro lembrar os diamantes que também houve ali, momentos extraordinários, em que fomos generosos e salvamos a vida uns dos outros.”

A lição

“Eu me convenci de que não são as leis que vão mudar o mundo, nem os políticos, nem os presidentes, nem os Congressos. O mundo vai mudar se conseguirmos sentir compaixão pela dor alheia, se nos abrirmos ao outro, se soubermos nos colocar em sua pele, se culparmos menos e perdoarmos mais.”

E você, já pensou sobre qual é o SEU limite?

Eu vou de bike, e você?

Vá de bike e veja como a sua atitude pode fazer toda a diferença para você, para o meio ambiente e para um mundo mais verde. Faça os cálculos e comprove! Menos calorias, mais saúde! Menos carros, mais ar puro! Menos estresse, mais vida!

Pedale nessa!!
Calculadora eu vou de bike

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