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Ensinamentos

Os ensinamentos do "guru" Swami Satyananda enfatizam Yoga Integral com uma forte ênfase no Tantra. Yoga Integral, não sinônimo de Aurobindo 's Yoga Integral, olha para as diversas práticas tradicionais de yoga desenvolvidos na Índia ao longo dos séculos com a visão de igualdade, reconhecendo a validade de todos os seus métodos de desenvolvimento espiritual. Seu sistema de yoga tântrica envolve a prática de:

•    Kundalini Yoga, é o yoga da energia evolutiva do universo.
•    Kriya Yoga, sob a forma de tapas, Svadhyaya e Ishvarapranidhana. Tapas é a prática de austeridades. Svadhyaya é o estudo da literatura espiritual e também a repetição de um mantra pessoal. Ishvarapranidhana é auto-entrega ao Senhor e fazendo todas as ações como uma oferenda ao Senhor.
•    Mantra Yoga, a repetição de sons sagrados.
•    Laya Yoga, a prática de um estado de absorção em um objeto de meditação.
•    O estágio avançado dos oito membros do Yoga, tal como codificado por Patanjali: Pratyahara, Dharana, Dhyana e Samadhi.
 
Esses ensinamentos são propagadas dentro da Índia como o sistema de Yoga de Bihar e fora da Índia como a tradição Satyananda Yoga.

{Jnanam}

Jnanam (= em sânscrito significa conhecimento) representa as diversas qualidades de mente na presença das quais, em medida relativa, o conhecimento do Ser pode ocorrer. Este conhecimento acontece quanto todos os fatores incluindo a mente, estão presentes. Os órgãos dos sentidos em conjunto com a mente são chamados pramana.

Entretanto, a mente deve não só ser capaz e atenta, mas também preparada para o conhecimento.  Práticas como pranayamas e ãsanas podem ser úteis para aquietar a mente, porém são os valores (+ atitudes éticas) mais profundamente estabelecidos e assimilados por si só que constituem a preparação da mente para o verdadeiro autoconhecimento

Observatório


Hoje, o termo eye tracking nos remete a usabilidade de interfaces relacionadas a web, mas o estudo sobre o movimento ocular começou há 133 anos, em Paris, quando Louis Javal descobriu que a leitura não é um movimento suave e contínuo, mas sim aos tranquinhos. Lemos fazendo um stop-and-go, chamado de movimento sacádico. Do mesmo jeito que a gente anda de skate. A segunda descoberta é que o olhar está associado ao pensar. O olho só mexe de novo, depois que o cérebro se dá por satisfeito, cognitivamente.

E por isso que a maioria dos velhinhos anda mais devagar, não por causa das pernas, mas sim  por causa dos olhos (eye tracking e visão periférica perdem performance e geram insegurança)

Agora pense comigo: você levanta pesos, caminha, corre e permanece flexível com yoga, mas nunca pensou em manter a sua visão aguçada?

Especialistas dizem que o desempenho esportivo está diretamente relacionado às habilidades visuais. Melhore suas habilidades visuais e você verá a recompensa no seu desempenho. Treinamentos trabalham os músculos do olho para melhorar o equilíbrio, foco, reflexos e capacidade de amplitude da visão.”

Então está esperando o que para colocar esse lindos olhinhos em ação?! Procure por seu professor de yoga e peça orientações sobre “dristis”.
{Fonte de inspiração para o post: Update or Die}

Flor do Dia


“O karma não é uma dívida de sofrimento, é uma dívida de aprendizado. Enquanto você não aprende o que tem que aprender, a situação se repete. Quando você integra o aprendizado, a repetição deixa de acontecer. E, integrar o aprendizado, muitas vezes, significa ter coragem de tomar uma atitude.
 
Muitas religiões distorceram esse ensinamento do karma. Elas entendem o karma como uma dívida de sofrimento: “Tenho que sofrer e nada posso fazer; tenho que pagar por isso porque é meu karma”. Isso é uma distorção. Muitas vezes, o sofrimento é inevitável porque você não pode absorver o aprendizado que aquela situação está querendo te ensinar. Quando você absorve o aprendizado, a repetição desaparece. ” 

{Sri Prem Baba}

Once upon the time...


Brahma, o Deus da criação segundo o hinduísmo, no momento em que fazia o universo, olhava sua vastidão e mergulhava no silêncio absoluto que dele emanava, já que não existia ninguém ao seu lado. Sentado sobre uma flor de lótus sustentada sobre as águas, ele podia sentir sua respiração e o prana (energia vital do universo). Uma voz soou em sua solidão: “tapas”. Ele então começou a rezar. E o fez durante milhares de anos. Com isso, encontrou o divino dentro do seu coração e finamente sentiu o impulso para organizar a feitura do mundo.

Essa é apenas uma das lendas sobre a criação do universo. E nos ensina que o impulso criativo requer sacrifício, para que a potência e abundância do espírito possam se manifestar em nossas vidas.  Mas lembre-se ainda que não há criação sem sabedoria: o aspecto feminino da Brahma é representado por sua consorte Saraswati, a deusa do conhecimento. E também, além de criar é preciso manter e Vishnu é o deus que preserva.

{Por Márcia De Luca}

Yoga: uma postura de vida

Minha referência para o que considero as "ferramentas" necessárias para qualquer professor (de Yoga), e perfeitamente aplicável a qualquer educador/gestor de pessoas/ diretor... ao mundo corporativo das empresas. 
Image credit: An Indian Summer
Compaixão – entender as necessidades, limitações e potencial de cada aluno e de acordo com as mesmas, conferir confiança e encorajar o aluno a novas conquistas no ritmo próprio dele.
Paciência – cada pessoa aprende em sua própria maneira. Seja criativo na maneira de ensinar e ofereça à medida do possível atenção individual.
Observação – não existe postura perfeita no Yoga! Procure pela essência. Lembre-se, para fazer uma obra de arte, começamos com, por exemplo, uma pedra enorme, e devagar vamos lapidando até que com muito trabalho chegamos a uma obra de arte. Leva-se tempo!
Clareza e simplicidade – entenda e expresse a essência com termos simples. Os grandes professores são aqueles que brilham a luz da clareza em áreas de complexidade.
Confiança – acredite plenamente no que você ensina. A inspiração do Yoga vem da prática e a sua prática pessoal é a chave para tudo.
Honestidade – se você não souber alguma coisa, diga que não sabe. É melhor admitir a ignorância e ir buscar a resposta, buscando aprender sempre mais. Ensine apenas aquilo que você sabe, para que seu conhecimento tenha sempre credibilidade.
Ética – esteja atento a relação aluno/professor e a forma correta de agir dentro e fora da escola.
Mente aberta – um sistema não tem todas as respostas. Dê aos seus alunos referências de outros professores e continue aprendendo.
Bom-humor – ria consigo e com os outros. Promova leveza. Aprenda que tudo fica mais fácil quando temos o coração aberto e a mente relaxada.
Equilíbrio – introspecção/extroversão, leveza/severidade, empurrar/puxar, abrir/fechar, inspirar/expirar, grosso/sutil, ensinar/aprender, demonstrar/observar, falar/ouvir. O equilíbrio é a essência!
Continue adicionando ferramentas em sua caixinha e refine a arte de utilizar a ferramenta adequada com cada pessoa a cada momento. Mantenha a mente aberta, pois sempre há mais para se aprender. Percebemos que quanto mais aprendemos, mais podemos aprender se tivermos humildade e não nos acharmos melhor do que ninguém.  Atenção ao ego, ele vai tentar te pegar a cada instante!
{Curso de formação em Yoga com Camila Reitz por Renata Sumar}

Olha a postura, menina!

Se você não está sofrendo de dor nas costas neste exato momento, então é porque já sentiu ou vai sentir o problema na pele, confirmam as estatísticas mundiais. Tomou um susto? Saiba que grande parte dessa chateação pode ser resolvida com alterações nos seus hábitos diários? Todos os especialistas consultados garantem: você pode fazer muito por sua coluna, a começar pela correção da sua postura.

Que dor é essa?

A dor nas costas pode ter várias origens, de má-formação congênita a problemas nos discos intervertebrais (origem da hérnia de disco, quando ele forma um abaulamento e comprime o nervo, causando dor), passando pelas doenças degenerativas da coluna, como a artrose, e por raros tumores ósseos. Além disso, a genética conta. “Hoje está cientificamente provado que fatores genéticos são determinantes nos problemas da coluna”, afirma o neurocirurgião João Luiz Pinheiro Franco, do Hospital Samaritano de São Paulo. “Assim, mulheres com histórico familiar de problemas de coluna têm mais chance de vir a reclamar.”

“Hoje em dia, em qualquer faixa etária, as pessoas têm barriga por causa do sobrepeso e da falta de atividade física, o que faz com que essa musculatura não sustente a coluna, exigindo que a musculatura de trás realize o papel das duas”, explica o ortopedista Ricado Cury, professor da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo e presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho. “Há ainda o fator emocional: por ansiedade e por preocupação, há uma contração da musculatura que gera dor.”

A culpa pode ser sua

Mas uma das causas mais importantes de dor nas costas de origem muscular é a má postura. “Se você observar num parque ou num shopping, vai ver que a grande maioria das pessoas comete erros básicos, como andar com a cabeça projetada para a frente e os ombros enrolados também para a frente. Passamos muito tempo sentados, dormimos na posição errada”, diz Pereira. Responda rápido: como é que você levanta da cama: dando impulso para a frente, “no susto”, ou com cautela, apoiando os braços no colchão e sem forçar a coluna? Se escolheu a primeira alternativa (e as chances de isso ter acontecido são grandes), você só comprova a tese dos médicos.

Solução em suas mãos

Pode até ser difícil, mas, acredite, há um lado bom nessa história toda. Quando se trata desse tipo de dor nas costas, você mesma pode resolver o problema, ajustando seus hábitos. Para começar, se não pratica nenhum tipo de atividade física, para o bem da sua coluna, não perca mais tempo e comece agora! O simples fato de ficarmos em pé, pela ação da gravidade, faz os músculos encurtarem. Dessa forma, você precisa usar mais força para executar qualquer movimento — e é essa força além do normal que sobrecarrega os pontos críticos como joelho ou coluna. “Mas, se você tem uma musculatura abdominal forte, ela funciona como uma espécie de airbag, que sustenta seu corpo”, explica Pereira. Então, fortalecer a região do core (conjunto dos músculos do abdômen e das costas que fornecem sustentação) é fundamental para evitar dores nas costas.

Mexa-se para sempre

O exercício xodó dos especialistas é o pilates, que trabalha a área como poucas atividades e desenvolve uma espécie de cinta que protege a coluna. Outra boa pedida é a ioga — segundo um estudo publicado na revista científica Spine, em 2009, ela pode ajudar a reduzir a lombalgia crônica e melhorar as atividades dessas pessoas. A musculação também ajuda, desde que executada de maneira correta. É claro que durante as crises você deve parar e fazer repouso por alguns dias. Mas nem pense em cortar os exercícios quando seu médico já disse que sua situação está sob controle. Um estudo realizado pela Universidade de Gotemburgo, na Suécia, e recém-saído do forno, mostra que pacientes com lombalgia aguda que se mantiveram ativos apesar da dor se saíram melhor do que os que ajustaram a atividade física à dor.

Fiscalize aprópria postura

Para finalizar, o recado mais importante dos especialistas para você é: fique de olho na postura o tempo todo! “Atitudes simples como a reeducação postural levam a resultados satisfatórios”, confirma o traumatologista Robert Meves, chefe do grupo de coluna da Santa Casa de São Paulo. E, quanto mais cedo isso começar, melhor.

Alerta geral!

Quando a dor nas costas é sinal de algo mais sério? “Fique atenta quando há sinais ou sintomas de pinçamento dos nervos, como formigamentos, fisgadas para os braços e pernas ou perda de força dos músculos, porque nesses casos existe a possibilidade de fraturas por osteoporose, hérnia de disco, tumores ou bicos de papagaio atingindo os nervos na coluna”, alerta o traumatologista Robert Meves. E, se você sente dor ao apalpar várias regiões do corpo, pode ser fibromialgia.

Acerte a posição - As posturas corretas para ações do dia a dia:

Amarrar o tênis
Sentada, traga a perna até você. O mesmo vale para vestir meias e calças.

Falar ao celular
Ao conversar, não apoie o aparelho sobre o pescoço para não forçar a musculatura. Se necessário, use fone com microfone.

Dormir
De lado, com um travesseiro entre as pernas, ou de barriga para cima, com um travesseiro posicionado abaixo do joelho.

Levantar peso
Ao se abaixar, flexione o joelho e o quadril sem dobrar a coluna e contraia os músculos abdominais.

Dirigir
Não coloque o banco muito distante ou próximo dos pedais para evitar braços esticados ou flexionados demais. O quadril deve estar a 90° e os joelhos levemente estendidos a 45°.

Lavar louça
Mantenha a coluna o mais ereta possível. Apoie um dos pés sobre um apoio pequeno e alterne os pés se a tarefa for prolongada

Digitar no celular
Ao digitar mensagens, mantenha o aparelho na linha dos olhos para não forçar a coluna e os ombros para frente.

Escovar os dentes
Observe sua atividade no espelho. Mantenha a postura ereta da coluna, sem se debruçar sobre a pia, o que flexiona o tronco. Ao colocar as mãos e a escova debaixo d’água, flexione o quadril.

Segurar o bebê no colo
Sente com a criança, evitando períodos de mais de 10 minutos em pé. Nesse caso, apoie um dos pés sobre um apoio pequeno e alterne-os. Contraia o abdômen e deixe a bacia levemente para a frente — se você a joga para trás, força a coluna.

Assistir a televisão no sofá
Evite se deitar, pois o sofá não tem adaptações ergonômicas para essa posição (o braço costuma ser alto para colocar a cabeça). Apoie a região lombar e observe que seu quadril e joelhos estão flexionados cerca de 90°. Não escorregue para baixo.

Levantar da cama
Evite rodar o tronco sobre a bacia. Vire de lado, apoie as mãos e os cotovelos no colchão e use os braços para erguer a coluna e impulsionar o corpo fora da cama.

Trabalhar no computador
Apoie a região lombar na cadeira e mantenha a cadeira a uma altura que permita a flexão de 90° do quadril e do joelho. Apoie os antebraços na cadeira ou na mesa para que eles não fiquem suspensos.

Viu?! Leia aqui a reportagem completa por Julia Moióli e não vacile!;) 

Kriya Yoga

Saúde, estudo e qualidade de ação - são os três caminhos que cobrem todo o espectro do empenho humano. Se estivermos saudáveis, soubermos mais sobre nós mesmos e melhorarmos a qualidade de nossas ações, provavelmente cometeremos menos erros.

Juntos, esses caminhos são conhecidos como Kriya Yoga, o yoga da ação. Kriya vem da palavra "Kr", que quer dizer “fazer”. O yoga não é passivo, temos que participar da vida. Para fazer isso bem, podemos trabalhar sobre nós mesmos. E embora o Kriya Yoga seja apenas uma parte do yoga, é o ramo prático, que pode levar a uma grande mudança em todos os aspectos da vida.
Aproveite o final de semana para colocar o seu "Kriya Yoga" em ação!
{Fonte: O coração do Yoga - T.K.V. Desikachar}




Yoga x Salto Alto

Quando o rei Luiz XV criou um sapato de salto alto para si nem imaginou que estava popularizando um instrumento que não só viraria moda, mas loucura obsessiva entre as mulheres, e até fetiche para os homens. A origem dos sapatos e sandálias de salto alto se perde em séculos de história. Os primeiros modelos foram encontrados em uma tumba do Antigo Egito e datam do ano 1000 aC. Esses, provavelmente, caracterizavam a alta posição social de quem os utilizava.

Muitos problemas de coluna surgiram, dores lombares, musculares, quadris e joelhos. Tudo por uma elegância desconfortável que causa alterações posturais e até deformidades nas estruturas ósseas do corpo.

Sim; é inegável que um modelo desenhado por alguns dos atuais estilistas de sapatos são acessórios que compõe um visual elegante. O problema, de acordo com estudos realizados, é que a mulher que usa rotineiramente calçado de salto alto pode pagar um preço alto demais pelo hábito.
Além dos problemas acima citados, foram descobertos outros como: problemas circulatórios, a possível origem de varizes, doenças venosas como vasinhos, flebites e até tromboses. Tudo isso acentuado pela obesidade, sedentarismo e estilo de vida da mulher atual.

Não há registro na literatura médica que fale sobre o tempo ideal para o uso diário do salto alto. O conselho dos profissionais é para que a mulher retire o salto e caminhe ou alongue as pernas toda vez que sentir algum incômodo, e altere os dias, os modelos e as alturas do salto. Além disso é fundamental ter uma alimentação balanceada e fazer exercícios físicos regularmente, pois esses fatores são primordiais para evitar surgimento tais problemas.

ASANAS

Você pode perder os benefícios do que está fazendo porque focaliza em excesso uma atenção parcial na tentativa de tornar a postura perfeita. O que você está focalizando? Está tentando aperfeiçoar a postura, mas de onde para onde? É aqui que as coisas se tornam difíceis...

Se você espalhar a concentração, da parte estendida para todas as outras partes do corpo, sem perder a concentração na parte estendida, então não perderá a ação interna nem a manifestação externa da postura, e isso lhe ensinará o que é meditação.

A concentração tem um foco; a meditação, não. Esse é o segredo!

{Fonde: B.K.S Iyangar - A árvore do Yoga}

10 motivos para seu filho fazer yoga

Que tal uma semana especial para as crianças?
1. Agilidade - desenvolvimento e habilidade dos músculos motores.
2. Alongamento e flexibilidade nas articulações.
3. Melhoria nos hábitos da respiração e hábitos posturais.
4. Estimulação da circulação sanguínea e massagem dos órgãos internos.
5. Disciplina e auto-estima.
6. Aperfeiçoamento dos sentidos com melhor compreensão e interação com os demais.
7. Calma e relaxamento.
8. Maior desenvolvimento da atenção, concentração, memória e imaginação.
9. Harmonização da personalidade e do caráter.
10. Diminuição no nível de estresse infantil.

Incluir a prática de yoga na rotina das crianças ajudará mesmo que os pequenos não compreendam claramente a filosofia do yoga porque eles vivenciam seus conceitos e, assim, os assimilam naturalmente.

Isvarapranidhana

Dia chuvoso... 
Resultado: muitos achados legais na web (hehe)!
Li esse interessante post do blog Y is for Yogini, e resolvi compartilhar na íntegra com vocês sorry people em inglês mesmo. O tema é Isvarapranidhana, comumente associado apenas a questão de entrega ao divino foi aqui totalmente aplicável ao nosso dia a dia, bem "à la" yOMga style :)
P.S - qualquer coisa apela para o Google Tradutor...

Sometimes life gives lemons. Not luscious Meyer lemons, but sour, mean, puckery ones. As in, "Oh, hello...it's me, life. Boy do I have a f#ck@%g gift for you!" And if you're anything like me, there are moments when you say right back, "B*tch, I ain't got time to make lemonade!"

This is where isvarapranidhana comes in.

•Isvarapranidhana is the combination of two root words: Surrender (Pranidhana) and Higher Power/Source/Spirit (Isvara).
•Instead of Self or Ego; Spirit. Rather than Clinging or Attachment; Surrender.
•Shiva Rea's thoughts: "Isvarapranidhana is a big picture yoga practice. It initiates a sacred shift of perspective that helps us to remember, align with, and receive the grace of being alive."
•You don't have to carry the weight of the world's lemons on your shoulders. The next time one rolls along, OFFER IT UP. Release it. Let it go.

Nobody wants to hang on to lemons, anyhow. Sure, they're good when squeezed into water, are cleansing for the body, and handily remove stains from fingernails, but holding one at length is not wise. Who needs all that acid?! Instead, I will let go of the bitter and practice recognizing and enjoying all the sweetness around. This is the nectar of surrender.

Estabilidade

Manter sempre uma estabilidade mental ao desejável e ao indesejável. Nem se torne eufórico recebendo o que deseja, nem deprimido quando recebe o que não quer.

Samacittatvam é o estado mental que não oscila entre euforia e depressão. Saudar todos os fatos com estabilidade mental. Fazer o que quer que seja necessário a cada situação. Se puder fazer de um fato desconfortável mais confortável, faça. Se não puder, aceite e faça o que é necessário.

Torna-se prático aquele que encara as situações objetivamente. Esta é a real força humana. Tal força não é encontrada em milagres poderosos, mas na mente quieta de alguém que encara as situações como elas são. A fraqueza humana é a inabilidade em aceitar situações, em enfrentar os fatos. A força humana está em reduzir as situações a simples fatos.

Top 10 dicas essenciais de leitura {yóguica, claro!}

A lista de bons livros de yoga é tão looooommmmmga que um post não bastaria, então relacionei aqui algo para nortear um bom começo. Leve em consideração que o Baghavadgitha e o Sutras de Patanjali te acompanharão durante toda a sua jornada e não devem ser meramente lidos, mas estudados sob orientação de professores estudiosos no assunto.
O valor dos Valores - O destaque deste livro está em mostrar como os conflitos nascem na nossa mente quando os tão falados valores morais, éticos e espirituais ensinados a nós não são completamente assimilados por nós.

Alguma versão do Baghavadgitha - A Bhagavad Gita fala sobre o conhecimento da verdade ultima do Eu, ou seja, a natureza essencial do ser humano, abordando temas essenciais como o dharma, a conduta apropriada e Moksha, a libertação do sentimento de limitação. Por sua mensagem universal e atemporal ela tornou-se uma obra apreciada, não só na Índia, sua terra natal, como também em todo o mundo contemporâneo.

A árvore do yoga - O livro é uma compilação revisada e atualizada de palestras e discussões desenvolvidas entre o mestre B.K.S. Iyengar e o organizador do livro, Daniel Rivers-Moore. Um dos introdutores do yoga no Brasil, Iyengar desenvolve genuinamente uma grande analogia entre as oito “leis de conduta” segundo o yoga às partes de uma árvore.

Algum livro sobre Anatomia do Yoga – Uma leitura para compreender as limitações de cada um, para adaptar a prática em benefício do corpo e não machucá-lo e pela tremenda importância de conhecer o corpo humano.

Os épicos Ramayana e Mahabharata - As duas obras, assim com todos os demais textos sagrados hindus, possuem um aspecto externo mitológico, como o de uma simples lenda mitológica sobre reis e príncipes, deuses e demônios, sábios e santos, guerra e paz. Mas o sentido “exotérico”, de certa forma oculto, na verdade versa sobre o objetivo mais importande da existência, moksha (libertação).

Uma interpretação do Sutras de Patanjali – Patañjali teria sido o compilador desta obra que, segundo a tradição, é o resumo e o resultado de alguns séculos de debates entre filósofos e praticantes do Yoga. E foi a partir desses textos que o Yoga se tornou uma doutrina.

O coração do Yoga - Um apanhado de estudos essenciais sobre posturas, respiração, meditação, filosofia e textos clássicos de yoga organizados por T. K. V. Desikachar. A base de seus ensinamentos é que a prática de yoga deve ser continuamente adaptada para cada tipo de pessoa, com suas características físicas, necessidades, estado de saúde e estilo de vida.

Algo sobre Yoga & Ayurveda – Pois são ciências milenares que caminham juntas em benefício à humanidade. Quando combinadas ajudam a clarificar a autotransformação para o perfeito equilíbrio no caminho pela vida.

Light on Pranayama - Um guia da filosofia e a prática do Yoga e a antiga disciplina de cura para o corpo e a mente. O livro oferece descrições completas e ilustrações de todas as posições e exercícios respiratórios (pranayamas).

Comunicação. Cultive a sua!

A comunicação é uma das nossas principais formas de interagir com o mundo. O que não nos damos conta é que o ato de comunicar e ser bem compreendido são uma responsabilidade daquele que está comunicando. E para que a comunicação seja efetiva é imprescindível que seja Satyam (verdadeira), comunicada de forma Pryam (gentil, amigável, agradável) e que tenha como objetivo Hitam (ser benéfica, conveniente, adequada e saudável).

Assim sendo, temos que olhar de frente e questionar a nossa forma de comunicar, seja verbalmente com palavras, sutilmente com o corpo, sofisticadamente através da escrita ou simplesmente por meio de um olhar. Perceber se esta comunicação está em consonância com os anseios da nossa alma e ter um alinhamento de pensamentos, palavras e atos, para nos tornarmos indivíduos integrados, e desta forma viver realmente em sintonia com o que falamos e o que sentimos.

Ou como Gandhi resumiu muito bem "felicidade é quando o que você pensa, o que você diz e o que você faz estão em harmonia". E para poder equilibrar o que você pensa, o que você diz e o que você faz busque o silêncio! :)

Japamala

Trata-se de um objeto muito antigo usado para marcar o ritmo e o número das repetições de mantras. Através da repetição (japa), o mantra diminui a atividade dos pensamentos que normalmente são desordenados e agitados e direciona o foco mental para a meditação.

Conhecido por quase todos os devotos espirituais de religiões orientais, aqui no Ocidente, é popularmente chamado de rosário para orações. Na tradição hindu, recebe a denominação de japamala que significa em sânscrito japa= repetição e mala= cordão.

O número das contas podem ser 27, 54 ou 108 . No Hinduísmo ele tem sempre uma conta extra a mais – chamada o Meru, ou a conta GURU, que simboliza a Fonte Espiritual ou o Mestre, para que se saiba quando o ciclo está terminado. Há algumas variações, em alguns Malas, além das 108 contas existem outras quatro, um pouco menores, nas posições 7 e 21, para facilitar em certas orações e mantras que devem ser recitados este número de vezes.

Dar a mente uma palavra para focar, faz da meditação japa muito mais acessível e independente da tradição, o uso do mala é para criar um sentimento de tranqüilidade, não somente para o praticante como também para todo o universo.

Com a recitação de um mantra expulsamos as toxinas deixando espaço para um sentimento de paz interior que tornará o praticante mais próximo para alcançar o Samadhi (controle completo das funções da consciência, que resulta em vários graus de aquisição interna da verdade).

Hari Om Tat Sat
Bom final de semana!

o Yoga & a Lua

Nos dias de lua cheia, seguindo a tradição Indiana, as práticas de asanas não são praticadas, mas você sabe o por quê?
As fases lunares são determinadas pela posição da Lua em relação ao Sol e a Terra. Para quem observa os ciclos lunares na vida, fica claro que eles influenciam a vida em nosso planeta e também o nosso comportamento, geralmente ficamos mais ativos, excitados e obstinados com a chegada da Lua cheia. Entende-se que seria o momento de ápice da energia vital (Prana) que se concentra neste momento na cabeça, comparativamente com o ciclo respiratório seria o final da inspiração.

Na Lua nova a tendência é oposta, estaríamos mais aterrados com a energia voltada para baixo, criando um estado mais calmo e avesso a atividades físicas.

O fundamento desta prática, além de se tratar de uma tradição em algumas correntes de Yoga na Índia, vem de que nosso corpo tem aproximadamente 70% água e, portanto, estaria exposto e influenciado pelos ciclos lunares, como as marés ou as colheitas.

Como vivemos na loucura da cidade, afastados dos ciclos naturais, onde muitas vezes mal vemos a Lua, ou sabemos em que período está no momento, acabamos por não notar as influencias desta e perdemos a chance de entender porque estamos neste ou aquele estado mental.

A prática do Yoga busca nos colocar em um estilo de vida mais harmônico com os ciclos naturais da vida, busca nos tornar mais sensíveis e conscientes de nossos estados mentais, e para isso a resguarda dos dias de lua pode ser uma ferramenta para ficarmos mais atentos a nossa consciência.

Aproveite os picos da Lua Cheia e Nova para descansar e mantenha-se atento ao seu estado mental e emocional, isso pode ensinar muito sobre nós mesmos.

Calendário 2011

Abril
18 lua cheia

Maio
3 lua nova
17 lua cheia

Julho
1 lua nova
15 lua cheia
30 lua nova

Agosto
13 lua cheia
29 lua nova

Setembro
12 lua cheia
27 lua nova

Outubro
12 lua cheia
26 lua nova

Novembro
11 lua cheia
25 lua nova

Dezembro
10 lua cheia
24 lua nova

{ Fonte: Nirvana }

Força no períneo!

Achei esse artigo navegando pela net e como o assunto é muito importante, mas muitas vezes delicado, achei que valia postar.Ele trata de maneira bem natural (como deve ser!) a importância de exercitar o períneo. Ah! Só um parenteses, eu nunca ouvi prof. falando "força no períneo", mas tudo bem... hihihi o que vale a mensagem.

A frase acima vive na boca de professores de pilates, ginástica, ioga... Mas nem todo mundo associa o nome à 'coisa' - e pouca gente trabalha de fato essa área crucial do corpo.

16/11/2010 - por Iara Biderman na categoria 'Saúde-Doença'

É um mistério: na era do culto ao corpo, quando tanta gente sabe nomes de músculos na ponta da língua, o períneo permanece desconhecido e mal aproveitado. Até por aqueles que adoram exibir bíceps, tríceps, quadríceps e glúteos sarados por aí.

Claro, não dá para exibir essa musculatura, mais profunda. Mas será preciso tanta sutileza para lidar com essa estrutura essencial a funções básicas como fazer xixi, sexo ou manter a postura?

"Pouca gente sabe onde é [o períneo]. Há um tabu enorme, já começa no reconhecimento de um lugar que pertence ao seu corpo", diz a fisioterapeuta Betty Gervitz, especialista em dança e saúde e doutoranda em gerontologia pela Unifesp.

Um sinônimo para períneo é assoalho pélvico. Desse jeito, fica mais fácil imaginar sua localização no corpo. Mesmo assim, não é fácil encontrar esse "chão". Afinal, ele se mexe, embora a maioria não se dê conta disso.

"O períneo é como qualquer outro músculo, tem que movimentar para não perder a força", afirma Débora Padua, fisioterapeuta especialista em uroginecologia.

Trabalho pesado

Além de pouco usado em movimentos conscientes, o assoalho pélvico tem outra particularidade: é ele que sustenta os órgãos genitais. O fisioterapeuta Gustavo Sutter Latorre, editor do portal Perineo.net, compara o assoalho pélvico a uma cama elástica que vai do osso púbico ao cóccix. "Só que essa cama não cede ao peso simplesmente, ela faz uma força contrária, empurrando [os órgãos] para cima." Na mulher, o trabalho é mais pesado: o assoalho pélvico sustenta mais órgãos (útero, ovários) e, frequentemente, o peso da gravidez.

Exercitar o períneo é bom para homens e mulheres de qualquer idade, mas é um cuidado mais importante para a mulher que já teve filhos, segundo Ana Carolina Basso Schmitt, doutora em saúde pública e fisioterapeuta. Fazer um treino de força regular é a melhor forma de prevenir problemas futuros, como a incontinência urinária na velhice. E de ganhar muito no curto prazo. "Exercícios para o períneo deixam a região genital mais bem irrigada, forte, viva", afirma Latorre.

Todas as práticas de ioga incluem exercícios para o períneo, lembra Anderson Allegro, professor da escola Aruna Yoga, em São Paulo. "O mula bandha, contração sustentada do períneo, é ensinado desde as primeiras aulas. Ele dá o chão para a realização das posturas."

Na ioga, a base da coluna, onde o períneo se insere, está ligada à kundalini, energia de vida, do despertar, da sexualidade. "Contrair o períneo regularmente devolve o prazer pela vida. Sexual, sim, mas não é o foco. É vitalidade em geral, para mulheres e homens", afirma Allegro.

Os exercícios que contraem a região da pelve preservam a saúde dos testículos e da próstata. E podem ajudar a função erétil. "A musculatura do períneo ajuda o músculo eretor do pênis a atingir o grau máximo de ereção", diz Latorre. Nas mulheres, o treino aumenta a lubrificação e a sensibilidade do canal vaginal.

Pompoarismo

A agente de turismo Júlia, 28, aprendeu a contrair conscientemente o períneo em um curso de pompoarismo. Na técnica, originária da Ásia, bolinhas de metal ou plástico são introduzidas na vagina com a função de halteres, para o desenvolvimento da força e do controle motor dos músculos.  

No Brasil, o pompoarismo é mais associado à pornografia ou a "sexo de resultados" (tipo "agarre seu homem"). Mas sua base é a mesma dos exercícios usados em tratamentos fisioterápicos ou em protocolos médicos, como o que o ginecologista norte-americano Arnold Kegel criou nos anos 1940 (os "exercícios de Kegel"). Bolinhas tailandesas (ben wa) ou cones são usados para praticar contrações e "manobras" -que podem depois ser reproduzidas com o parceiro. "No começo, é difícil contrair, respirar e ainda curtir. Depois, fica gostoso e você quer praticar sempre", afirma Júlia.

Para quem prefere uma técnica menos "invasiva", algumas atividades físicas ajudam tanto quanto a arte do pompoarismo no fortalecimento do assoalho pélvico.

No pilates, por exemplo, a contração do períneo é sempre solicitada para estabilizar a coluna, segundo Isaías Vieira, coordenador de pilates da academia Bio Ritmo. "Quando você vai fazer a organização do quadril, contrai o períneo para aproximar os dois ísqueos (ossinhos na parte inferior do quadril) e, depois, o cóccix do osso do púbis. A coluna lombar fica bem posicionada e dá uma base sólida para a organização das outras articulações", explica Gervitz. Nas aulas de pilates, além desse acionamento sutil do assoalho pélvico, a contração interna é realizada junto com movimentos maiores, que envolvem outros músculos, como os de elevação da coluna lombar, diz Vieira.

Fazer a báscula do quadril (um balanço para frente) é uma das formas mais fáceis de contrair o períneo. É por isso que a dança do ventre é uma boa atividade para fortalecer o assoalho pélvico. "Não é só a dança do ventre. O balé também trabalha muito esse encaixe do quadril", lembra Débora Sabongi, bailarina e professora de dança do ventre.

Coordenação fina

Mesmo assim, a dança oriental é uma das mais indicadas, segundo o fisioterapeuta Latorre. "Ela mobiliza a pelve e desenvolve uma coordenação motora muito fina da região do quadril."

Já a musculação tradicional, em aparelhos, pouco ou nada faz por essa área do nosso corpo, segundo Luciano D'Elia, educador físico especialista em treinamento funcional. "No treino funcional, ao contrário, a musculatura pélvica, a lombar e a abdominal são o ponto de partida dos exercícios", diz.

Fonte: Folha de S.Paulo – Equilíbrio, 09/11/2010

Olha que legal, achei até uns exercícios:

Saiba mais aqui!

Se você pratica não pare! Se ainda não, começe:


Fonte: Templo do Yoga


Paduka

O Paduka é o nome do mais antigo calçado da Índia, que em sua forma mais simples é feito de uma placa de madeira cortada aproximadamente em forma de uma pegada, com uma espécie de maçaneta, que é acoplado entre o dedão e o segundo dedo. Aberto e arejado, feitos de materiais fortes e duráveis, eles protegem o pé de pedras e espinhos. O projeto antigo é ideal para o clima do centro da Índia. Os mais elegantes, feito de pedras preciosas ou materiais luxuosos, são ornamentos em enxoval de noivados e servem como objetos de oferenda em rituais de veneração para os devotos fiéis.

Hoje há diversas variações da palavra Paduka que são utilizadas para os modelos de sandálias de dedo-botão em todo o território indiano . Mas por mais de cinco mil anos os padukas têm sido associados a uma proteção em rituais para os homens santos e gurus, além disso é tido como uma forma de ahimsa (pratica da não-violência), pois seu formato minimiza o risco de acidentalmente pisar em insetos.

Leia a matéria completa na yOMga Magazine.

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