Motive-se com o não

Recebi esse artigo de uma colega aqui da agência e como tudo que recebo e acho legal eu compartilho, aqui estou eu compartilhando mais uma leitura reflexiva para quem tem dificuldade de gostar da segundona...

Por Sylvio Ribeiro

O mundo seria maravilhoso se todo mundo tivesse o privilégio de ter pais incentivadores e amorosos, chefes competentes e que o ajudasse a crescer, e não existissem pessoas puxando outras para baixo.

Será?

Eu tenho minhas dúvidas se ter a aprovação das pessoas todo o tempo pode levar pessoas a conquistarem grandes coisas. Desde sempre, o homem foi movido a adversidades e desafios. E, no mundo, há dois tipos de pessoas: aquelas que tentam se adequar à adversidade e as tentam superar. Vai dizer que você não conhece alguém que foge ao menor sinal de desafio? Nas empresas, isso acontece o tempo todo. Há um trabalho chato a ser feito, um cliente mala a ser atendido, uma noite a ser trabalhada e ninguém se oferece, não topam o desafio e acabam perdendo uma boa oportunidade de se destacar dentro da empresa.

Entre as adversidades e desafios, existe um capaz de derrubar violentamente a maioria das pessoas, o não.Não, é loucura!

    Não posso lhe autorizar a fazer isso.
    Você nunca vai conseguir.
    Isso não pode ser feito / é impossível / ninguém nunca fez.
    Você não vai chegar a lugar nenhum assim.
    Por quê? Porque não quero.

Considerado o maior inventor de todos os tempos, Thomas Edison foi a obrigado a ouvir de uma professora que ele era burro demais para aprender alguma coisa, ela o aconselhou a ir trabalhar no campo onde talvez tivesse futuro por ser uma pessoa legal. No começo de carreira, alguém teve a audácia de dizer para os Beatles que o som deles não era bom e que a música com guitarra iria acabar. Quase toda grande história de sucesso é antecedida por dúvidas, desafios aparentemente impossíveis e reprovações. Comece a reparar.

O que separa os grandes dos comuns é difícil dizer, acredito que seja um misto de rebeldia, paixão e equilíbrio emocional. É como se eles se recuperassem de um machucado rapidamente só para poder tentar de novo, desafiando a natureza. Esse é o roteiro básico de muitos filmes hollywoodianos, o mocinho se depara com o vilão em seu caminho que se diz melhor, que ele não vai conseguir, que ele é fraco. No começo, o vilão parece uma barreira intransponível, mas nos últimos minutos, apanhando feio, o mocinho  encontra uma brecha e consegue superá-lo. É comum e até previsível, mas esses filmes tentam nos ensinar a mesma lição há décadas e muitos parecem não ter aprendido. O não traumatiza pessoas, a dificuldade paralisa, isso é normal, adversidades são normais. O que não se pode achar normal é o conformismo. Não vemos isso no cinema, e há uma razão para isso.

A capacidade do não motivar pessoas eu chamei de motivação inversa. Assim como a psicologia inversa em crianças, dizer que eu não posso fazer algo só me motivará a tentar mais. Quase todos os tipos de negatividade já foram quebradas, frases como: “isso não vai funcionar”, “você vai morrer de fome se trabalhar com isso” e “pare de sonhar demais”. Não é porque você não conseguiria que o outro não pode tentar. Ninguém tem o direito de dizer isso, mas elas dizem e, às vezes, não é por mal. Então, o melhor a fazer é ver aquilo como um grande desafio. E quanto maior o desafio, maior a recompensa, não?


{Fonte: Pequeno Guru}

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